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Proverbial

terça-feira, 20 de janeiro de 2009


À medida que vamos avançando na idade, mais existe a vontade de fazer um balanço da nossa passagem pelos dias.

Tive uma infância feliz. Conheci muita gente interessante. Os menos interessantes, também me ajudaram a olhar melhor o mundo em que vivemos.

Conheci a guerra, a paz e o amor.

Constitui família, mesmo constatando hoje quanto de problemático isso acarreta, apesar das alegrias. Não desisto de nada agora, apesar do caminho que tenho pela frente estar a encurtar e de ainda ter o desejo de fazer muita coisa. Não perguntar, para quê. Porque o extraordinário é precisamente não ter que se dizer, para quê.

5 comentários:

Roderick disse...

Eu, para fazer o balanço, já comprei um baloiço, uma balança, um balancé...

Laura disse...

Ahhh, piadinha a do roderick e desviou-me dos meus bons propósitos...

Pois olha que aqui a je, sabendo que vai ouvir, nem sequer pensa no dia de amanhã em que tudo há-de acabar, a laura quer aprender, fazer coisas, tocar instrumentos (só musicais, nada de más intenções ehhhh) Bombos, trombone, tantâs, ah, tudo o que faça barulho a par da minha vozeria desafinada, mas, agora sim, agora é que vou começar a viver, portanto; abram alas para mim...ji da laura.

Teté disse...

Importante é viver o presente, sem grandes remorsos do passado e sem grandes ansiedades em relação ao futuro.

Errar todos errámos, certamente ainda cometeremos mais alguns erros, que ninguém é perfeito. Mas há coisas que têm de ser relativizadas...

Carpe diem é um dos meus lemas! :)

Beijinhos, Carlos!

L.S. Alves disse...

Carlos tem um selo pra ti lá no Máquina de letras. Passa lá pra pegar.
Um abraço.

Carlos II disse...

seu Alves.
obrigado pela distinção.

Um abraço