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Salazar

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


Interrompo aqui as minhas considerações sobre os meus prazeres, para vos falar do ressurgimento, mais uma vez de... Salazar.
*
Nunca foi uma personalidade que me tivesse causado qualquer ponta de entusiasmo e nem sequer de repulsa. O seu regime era obsoleto, mas que compreendi dentro do contexto da época. Chegando mesmo, nalguns casos a fazer uma repreensível obra. Mas não é de política que desejava escrever sobre tão controversa figura da nossa história recente. Mas sim da descoberta de uma nova faceta da sua vida dada ultimamente pela comunicação social e por livros editados pelos seus mais próximos ou por jornalistas ansiosos por sensacionalismos. A faceta de playboy. Vamos lá, seduzir a Soraia Chaves ou melhor, uma das belas mulheres interpretadas pela Soraia Chaves e mais uma dúzia delas do seu tempo, atenção, isso não é para todos!


13 comentários:

Teté disse...

E os "puritanos" agora deram para contradizer essas versões, e deram em afirmar que o homem afinal morreu virgem... :)))

Não gostei, nem gosto do Salazar, pelo que representou de atraso para o país, embora lhe reconheça o mérito de ter evitado que entrássemos na II Guerra Mundial.

Agora a vida íntima do fulano interessa a alguém???

Abraço, Carlos!

Pascoalita disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pascoalita disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pascoalita disse...

Pois eu, que também vivi a era salazarista, embora reconheça que a sua intimidade deve ter estado fechada a 7 chaves, não gostei nem um pouqinho da imagem que quiserem dar dele!


Não vi o 1º episódio, mas do que vi, achei um trabalho péssimo, assente exclusivamente em especulação em que saltava de um para outro dos seus supostos amores, sem se perceber a ponta de um chavelho.
Não gostei nem um pouco e está muito longe de ser a ideia que se tinha do estadista.

Claro que acredito que o homem tivesse uma vida pessoal, que quando novo até tivesse charme e não me custa acreditar que houvesse candidatas a 1ªs damas, mas aquilo deixou muito a desejar e não alterou em nada a admiração que tenho pelo grande "navegador" que na tempestade tomou o comando do barco, impedindo-o de afundar e não só o conduziu a bom porto, como construiu uma grande frota que nos deixou como legado e que os seus sucessores se apressaram a deixar afundar.

A meu ver, é de um SALAZAR que o pais está a necessitar urgentemente!
jinho

Laura disse...

Bem, o homem tinha de ter a vida dele e tudo vai depender das simpatias do realizador... porque nada deve ser verdade, nada do que é contado ali, e de resto, nem aqueço nem arrefeço, mas que tinha tesouros guardados que nos ajudaram, só que ao mesmo tempo tinhamos miseráveis mais que pobres, abaixo de cão, a viver tão mal, e isso não se aceita, bolas...mas já nem digo nada... Ao menos arrannjem quem ponha o pais a andar e não a dormir...

Pascoalita disse...

Fala-se muito na falta de liberdade que então havia.
Sim, é verdade que não havia liberdade de expressão. Mas que liberdade temos hoje? Se receamos circular nas ruas, não podemos usar objectos de valor ganhos com o suor do nosso trabalho, se somos roubados até por quem devia zelar pelo bem estar do povo, que garantias temos? Que liberdade é esta?

Roderick disse...

Como li hoje num jornal. Afinal não era só Fado, Futebol e FAmília. Também havia um quarto F!!

Laura disse...

ó roderick, um quarto F de f...s de fomes de farturas ou? explica ai, o homi devia ter de tudo lá em casa... Beijinhos aos dois e na me zurzam na cabeça...please...

Carlos II disse...

Teté,

"Ter evitado Portugal de ter entrado na II Guerra Mundial"
E não só. Sem os apoios externos que p.e. estes democratas pós-25 de Abril tiveram e vivendo uma conjuntura difícil herdada da III República, realizou obra que ainda hoje está aí.
O seu mal maior. Não ter evitado a guerra colonial e a solução do Ultramar.

Quanto à mini-série sobre a sua vida íntima. É de rir e muito oportunismo à mistura.
Estas coisas vendem bem.

Carlos II disse...

Pascoalita,

De acordo.

Carlos II disse...

Laura,

Acredito nos sentimentos do homem e transportar isso para o écran, depende muito dos escribas.

Atenção: gostei da realização.

Carlos II disse...

Roderick,

Era...Fátima, Fado e Futebol.
Está bem, de acordo com o filme podes acrescentar mais esse f.

Carlos II disse...

Teté,

Um reparo. Não é III republica mas sim I republica.