RSS

Manoel de Oliveira

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008


Integrado na homenagem pelo seu trabalho e por ter atingido a provecta idade de 100 anos, a RTP transmitiu ontem à noite o seu último filme, Cristóvão Colombo - O Enigma.
Confesso que não sou um grande admirador da sua obra, mas também não o considero um chato, que os seus filmes são muito parados, ou que façam sono.
Para um intelectual, talvez o considerem um génio. Para outros um realizador difícil, agarrado a uma estética cinematográfica ultrapassada.
Para mim, Manoel de Oliveira podia ser o Ingmar Bergman da Luzitânia, descontando a extraordinária aceitação nos círculos intelectuais da Europa onde goza de grande consideração. O que é um exagero. O realizador sueco tem maior consenso a nível Mundial, cujo os seus filmes são muito mais acessíveis para o grande público. O problema está na maneira de fazer cinema e depois tem outro contra é...português.
Conheço melhor a obra de Bergman.
Mesmo assim dos filmes que vi de Manoel de Oliveira, gostei do Monte Abraão, A Caixa e o inesquecível Aniki-Bobó.

8 comentários:

MissEsfinge disse...

Não sonsigo ver até ao fim um filme português, o mesmo acontecendo com os franceses.

Sinceramente nem entendo os elogios a Manuel de Oliveira :))

MissEsfinge disse...

Ah! A minha intenção ao passar por cá era conferir se mantinhas os "ii" já que passei por acaso na "Cusca endiabrada" e cruzei-me com "eles" a dar à perninha como gente crescida eheheheheh

Laura disse...

Deixa lá o manoel por um mommento e anda rir-te no blogue da cusca, se perdeste os iis eu como sei que andas a gatinhar à procura deles, bem, não percas mais nada, ao menos por hoje...Beijinhos.

Teté disse...

Daquilo que vi (pouco), não sou fã do Manoel de Oliveira, nem do Ingmar Bergman.

Aliás, acho que fazem cinema para uma minoria, mas acho muito bem que, tal como nos livros, na música ou na pintura, hajam outras perspectivas diferentes das maioritárias. A vida seria um tédio, se não existissem essas correntes alternativas...

Ah, e claro, admiro a energia do homem, que aos 100 anos ainda mete muitos "jovens" a um canto!

Jinhos, CARLOS (com ou sem IIs)!

L.S. Alves disse...

Taí um cinesta do qual nunca ouvi falar.
E a bem da verdade até hoje nunca assisti nada do Bergman.
Obrigado por compartilhar.
Um abraço.

Laura disse...

Ah, o nosso Manoel, fizemos os dois anos no mesmo dia, mas fama não tenho... pudera; detesto filmes portugueses e porquê? Porque são falados e não têm legendas e assim é igual ao litro pra mim e pra outros que como eu, não ouvem...
Beijinhos.

Roderick disse...

Nunca mais me esquecerei do Monte Abraão. Vi-o há meia noite na primeira fila.
No fim, já nem sabia como me sentar!!!!!

Roderick disse...
Este comentário foi removido pelo autor.