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Assaltos

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Diariamente temos notícias de norte a sul do país nos mais remotos sítios de uma vaga de assaltos dos mais variados matizes. É assustador. As pessoas naturalmente que andam preocupadas. Na cidade onde ocupo normalmente os meus dias as coisas não atinge ainda assim situações dramáticas. Mas pela voz do meu amigo Carlos Soares, homem de pequenas e grandes histórias da cidade, tive conhecimento do assalto que foi vítima o restaurante Abaniko, famoso pelo seu esmerado serviço de pastelaria e pelo seu bolo-rei. Pois, o Abaniko, recentemente aberto com o pomposo nome de Happy Hour foi assaltado, mas os meliantes nada levaram. Ou melhor, apenas levaram a formula da confecção do famoso bolo-rei, guardada levianamente numa caixa por debaixo do balcão do estabelecimento. Felizmente que do assalto ninguém se aleijou, mas a moral dos proprietários, faço ideia, levou certamente um grande Abaniko.


Foto: Parque da Paz (cidade de Almada)

4 comentários:

Fernando Souza disse...

caro carlos,
é claro que há mais e muito mais mestres portugueses nas artes, como há em todas as regiões do planeta. acredito que, quando um sujeito decide viver intensa e sinceramente de arte, ele é um bom cidadão.

estarei sempre de visitas a esse seu cantinho.

luz e inspiração,
fernando
http://neo-bio-blog.blogspot.com/

Carlos II disse...

Perfeitamente de acordo, meu caro Fernando.

Uma amante da arte, das coisas naturais e belas, sabe olhar e é inspiração. Torna-se mais humano.

Um abraço.

Laura disse...

Bem, e a fórmula os ingredientes do bolo seriam de guaradar ali apenas debaixo da caixa? terão cópias ehhh? sabem fazer de cabeça? então pronto, resguardem-se antes de serem assaltados ehhhhh.
Beijinhos.

Teté disse...

Bom, pelo que parece isso é um assalto da... concorrência!

Sem ser para te assustar, li num blog alheio que detectaram um gang organizado de meliantes brasileiros, que actuam precisamente na zona de Almada. Denominam-se a eles próprios de PCP (que não me lembro ao certo o que quer dizer, mas qualquer coisa como Posto de Comando Português - em contraposição com o brasileiro, que este grupo é oriundo das favelas do Rio).

Bom, as pessoas podem andar assustadas, como é óbvio, mas não deixam de fazer a sua vida. Era o que mais faltava que esta gandulagem conseguisse que as pessoas mudassem de vida à conta das suas acções criminosas...

Jinhos, Carlos!